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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Reflexão!

Enquanto eu sentava na cantina da UEPA esperando por um professor hoje, fiquei admirando a cena: calouros rindo jogando bilhar. Pessoas ali que pouco se conhecem, rindo juntas como se fossem irmãs.
Não sou mais calouro, mas passo bons e numerosos momentos ao redor do carpete verde com pessoas que começaram a ser meus amigos (e não somente colegas) numa cena parecida com essa. Então é para essa entidade acadêmica que jogo minha poesia hoje.


igualzinho o da Uepa!

Bola branca

Com o quiral giz branco
lambuzo de pó o ventre que há
medial ao polegar.

Toda moeda vale. Cada um paga uma.
Com a ficha na mão -
teimosa, não entra na fenda! -
vão dançando os tacos com as duplas,
para surrar a bola branca.

Deslizam pela mesa em sua pele verde
técnica, malícia, sorte, histórias pra contar.
Vamos então refinar nossa amizade
e a matemática exata do "ímpar-par".

Quanto mais esse tempo passa
mais nessa mesa eu vejo graça.
E é dos amigos que sempre vou lembrar
ao ver uma mesa dessas de bilhar.












terça-feira, 25 de maio de 2010

Amizade, o maior valor

Todas as relações humanas que se prezem tem que ter como pré-requisito a seguinte palavra: amizade. No trabalho, na faculdade, no amor, na tristeza, na farra, na pelada semanal...tem sempre que ter amizade. É sobre isso que venho tratar no texto de hoje. Queria agradecer a todos os amigos (os que vejo diariamente e os que vejo uma vez no ano) e aos amigos dos meus amigos. São todos especiais.


Do sincero riso

Os melhores amigos são os que te surpreendem.
São aqueles que ligam nas tardes mais tristes
sem ao menos perguntar se está tudo bem.
Não dizem sequer "alô", vão logo gargalhando,
e contam uma piada e, como se fosse um desabafo,
matam a tua tristeza de fazendo rir.

Bom amigo este que não quer saber se estás triste;
quer apenas se certificar que estás feliz.